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Julho de 2005
 
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Rebeca Gusmão disputa último evento antes do Mundial

Entrando na reta final de preparação para o Mundial de Esportes Aquáticos, que começa no próximo domingo, a nadadora brasileira Rebeca Gusmão disputa nesta sexta-feira sua última competição antes da viagem para Montreal, no Canadá. A atleta de 20 anos participará dos 50 m livre no JOlympics, em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. Rebeca já competiu no evento em março deste ano, conquistando sete medalhas (seis de ouro e uma de prata). Entrando na reta final de preparação para o Mundial de Esportes Aquáticos, que começa no próximo domingo, a nadadora brasileira Rebeca Gusmão disputa nesta sexta-feira sua última competição antes da viagem para Montreal, no Canadá.

A atleta de 20 anos participará dos 50 m livre no JOlympics, em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. Rebeca já competiu no evento em março deste ano, conquistando sete medalhas (seis de ouro e uma de prata).

"Estou muito bem e otimista em fazer bonito de novo neste evento para chegar com moral no Mundial, que é o meu principal torneio do ano", comentou a nadadora brasiliense, que desde o início do ano está morando nos Estados Unidos e treinando com o técnico alemão Michael Lohberg.

"O JOlympics é bastante conhecido e reúne grandes atletas, inclusive olímpicos, como Fernando Scherer e o Vlad Poliakov, do Cazaquistão", explicou. Rebeca nadará as eliminatórias pela manhã e, se tudo sair como planejado, tentará uma medalha à tarde.

A viagem dela está marcada para o dia 20. Como está vivendo nos EUA, ela sairá direto de Miami, separada do resto da seleção brasileira. De acordo com a programação do Mundial, a prova dos 50 m livre será realizada no dia 30.

Tensão Pré-Mundial Enquanto Rebeca Gusmão alivia a ansiedade da espera pela estréia no Mundial competindo, a outra nadadora brasileira dos 50 m livre se vira como pode para controlar o nervosismo. Segundo Flávia Delaroli, o sentimento é semelhante a uma eterna "TPM" (tensão pré-menstrual).

"A adrenalina parece que quer explodir dentro de você", comparou a nadadora, finalista da prova nas Olimpíadas de Atenas (8º lugar). "É por isso que em provas rápidas, como a minha, o controle é tudo. Quem se controla melhor tem mais chances de vitória".

Flávia e Rebeca dividem o recorde sul-americano dos 50 m livre, ambas com 25s17. Mas elas sabem que precisarão melhorar essa marca em Montreal se quiserem ficar entre as oito finalistas. "Ninguém parou de melhorar desde aquela época", explicou Flávia, que nadará também os 50 m costas.

Otimista, a nadadora do Pinheiros afirmou ainda que chegou a hora da natação feminina do Brasil conseguir um resultado expressivo em competições de grande porte.

"Não basta mais competir nas Olimpíadas, por exemplo. Queremos ganhar medalhas. Acho que as meninas da seleção brasileira quebraram uma barreira. Essa turma de agora tem tudo para dar certo", apostou.

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